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CIMLOP - Reunião de Outono e Rodada de Negócios 2012
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CIMLOP em Moçambique - Reunião de Direçao e Rodada de Negócios
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CIMLOP - Reunião de Outono / Rodada de Negócios
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Notícias


Procura de imóveis no Porto atinge os 39,6% e supera Lisboa pela primeira vez
Data: Terça-feira, 21 de Março de 2017
Fonte: casayes.pt

A Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal anunciou que o Porto é o distrito com maior procura imobiliária em 2017, situando-se nos 39,6%, ultrapassando Lisboa.

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Procura de imóveis no Porto atinge os 39,6% e supera Lisboa pela primeira vez
Terça-feira, 21 de Março de 2017

A Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal anunciou que o Porto é o distrito com maior procura imobiliária em 2017, situando-se nos 39,6%, ultrapassando Lisboa.

A Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) anunciou esta segunda-feira que o Porto é o distrito com maior procura imobiliária em 2017, situando-se nos 39,6%, ultrapassando Lisboa em que foi de 23,1%. As intenções de compra no distrito do Porto aumentaram 17,5 pontos percentuais, desde 2014, ultrapassando, este ano, Lisboa, que se fixou nos 23,1% e Faro, que registou 11,2%.
Em comunicado, o presidente da APEMIP, Luís Lima, disse que com a retoma do setor imobiliário a procura focou-se, numa primeira fase, em Lisboa e “tem vindo a deslocar-se para outros distritos”, sobretudo o Porto, que agora lidera a procura de imóveis no mercado residencial. Luís Lima refere que os valores registados devem-se, em parte, ao aumento dos preços de mercado em Lisboa, que fizeram com que as intenções de compra se dirigissem para o Porto.
"À medida que a oferta for diminuindo, a procura irá deslocar-se para outras regiões do país, promovendo uma maior descentralização do investimento imobiliário”, concluiu.
Os dados disponibilizados pela APEMIP indicam que, em 2017, a oferta no mercado residencial em Lisboa e em Faro registou o valor mais baixo desde 2014, situando-se nos 10,1% e 7,5%, respetivamente. Já no Porto, a oferta imobiliária fixou-se nos 39,2%, um recuo face aos 42,3% registado em igual período do ano anterior.

A Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) anunciou esta segunda-feira que o Porto é o distrito com maior procura imobiliária em 2017, situando-se nos 39,6%, ultrapassando Lisboa em que foi de 23,1%. As intenções de compra no distrito do Porto aumentaram 17,5 pontos percentuais, desde 2014, ultrapassando, este ano, Lisboa, que se fixou nos 23,1% e Faro, que registou 11,2%.

Em comunicado, o presidente da APEMIP, Luís Lima, disse que com a retoma do setor imobiliário a procura focou-se, numa primeira fase, em Lisboa e “tem vindo a deslocar-se para outros distritos”, sobretudo o Porto, que agora lidera a procura de imóveis no mercado residencial. Luís Lima refere que os valores registados devem-se, em parte, ao aumento dos preços de mercado em Lisboa, que fizeram com que as intenções de compra se dirigissem para o Porto.

"À medida que a oferta for diminuindo, a procura irá deslocar-se para outras regiões do país, promovendo uma maior descentralização do investimento imobiliário”, concluiu.

Os dados disponibilizados pela APEMIP indicam que, em 2017, a oferta no mercado residencial em Lisboa e em Faro registou o valor mais baixo desde 2014, situando-se nos 10,1% e 7,5%, respetivamente. Já no Porto, a oferta imobiliária fixou-se nos 39,2%, um recuo face aos 42,3% registado em igual período do ano anterior.


Portugal ganha 80 milhões do Banco da Europa para apoiar reabilitação urbana
Data: Quarta-feira, 08 de Março de 2017
Fonte: casayes.pt

O Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa (CEB na sigla original) vai emprestar 80 milhões de euros a Portugal ao abrigo de um programa de apoios à reabilitação das cidades, no âmbito do IFRRU 2020.

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Portugal ganha 80 milhões do Banco da Europa para apoiar reabilitação urbana
Quarta-feira, 08 de Março de 2017

O Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa (CEB na sigla original) vai emprestar 80 milhões de euros a Portugal ao abrigo de um programa de apoios à reabilitação das cidades, no âmbito do IFRRU 2020.

O acordo foi assinado dia 3 de março pelo secretário de Estado do Tesouro, Álvaro Novo, e pelo governador do CEB, Rolf Wenzel.
O objetivo do empréstimo do CEB a Portugal, a particulares e pessoas coletivas – incluindo condomínios – é promover “a regeneração e a revitalização física, económica e social” de zonas urbanas do território nacional, refere o Ministério das Finanças em comunicado, citado pela Lusa.
Além de apoiar projetos de reabilitação e revitalização urbana, o crédito visa ainda apoiar o aumento da eficiência energética da habitação para particulares, alavancando recursos dos Programas Operacionais do Portugal 2020.
O IFRRU 2020 foi criado no âmbito do Portugal 2020 e agrega verbas dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI), do Banco Europeu de Investimento (BEI), do Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa (CEB) e ainda verbas da banca comercial.

O acordo foi assinado dia 3 de março pelo secretário de Estado do Tesouro, Álvaro Novo, e pelo governador do CEB, Rolf Wenzel.

O objetivo do empréstimo do CEB a Portugal, a particulares e pessoas coletivas – incluindo condomínios – é promover “a regeneração e a revitalização física, económica e social” de zonas urbanas do território nacional, refere o Ministério das Finanças em comunicado, citado pela Lusa.

Além de apoiar projetos de reabilitação e revitalização urbana, o crédito visa ainda apoiar o aumento da eficiência energética da habitação para particulares, alavancando recursos dos Programas Operacionais do Portugal 2020.

O IFRRU 2020 foi criado no âmbito do Portugal 2020 e agrega verbas dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI), do Banco Europeu de Investimento (BEI), do Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa (CEB) e ainda verbas da banca comercial.


Boom no turismo fez nascer 11 mil novas empresas
Data: Quarta-feira, 01 de Março de 2017
Fonte: casayes.pt

Quase um terço das empresas criadas no ano passado em Portugal são de alojamento e restauração, imobiliárias ou da indústria de construção. 

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Boom no turismo fez nascer 11 mil novas empresas
Quarta-feira, 01 de Março de 2017

Quase um terço das empresas criadas no ano passado em Portugal são de alojamento e restauração, imobiliárias ou da indústria de construção. 

O boom do turismo ajudou a criar, só no ano passado, 11 mil novas empresas no alojamento e restauração, imobiliário e na construção, de acordo com um estudo da Informa D&B. É quase um terço das empresas constituídas em Portugal.
Os novos negócios foram empurrados pelo ritmo frenético que a indústria turística tem vivido e que culminou com mais um recorde de 19 milhões de hóspedes e 53 milhões de dormidas. “Tudo o que mexe com o turismo está a crescer”, reconhece Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP). “Tivemos dois anos muito positivos, com um crescimento conjunto de quase 50% e em janeiro deste ano criaram-se quase 300 novas empresas imobiliárias. Fevereiro vai pelo mesmo caminho”, garante. 
Os números não enganam: a atividade imobiliária fez nascer 3489 novos negócios (+29,6%), que se juntam aos 4455 novos negócios no alojamento e restauração (+3,2%) e às 2947 novas aberturas na construção (+1,6%). Ao todo, contaram-se 10 891 nascimentos relacionados com a receção de turistas, quase um terço das empresas nascidas em Portugal. 
Na verdade, o número de novas sociedades constituídas no ano passado caiu para 37 034, menos 2,4% do que em 2015. E só as atividades ligadas ao turismo, a par das indústrias extrativas (+10%), registaram maior dinamismo – em todas as outras, da agricultura à banca e seguros, passando pelos transportes e o comércio fecharam o ano com menos empresas. Mesmo assim, sinal de que a economia está finalmente a acordar, houve apenas 3256 insolvências (-23,1%) no ano passado e fecharam as portas 15 505 empresas, uma quebra de 6,8%. 
Luís Lima confirma o nascimento de “empresas de pequena dimensão, muitas familiares” e onde se contratam cada vez mais “profissionais qualificados para dar resposta a necessidades como a língua estrangeira, pelo menos o inglês”. Estes nascimentos “estão a chegar lentamente a outras zonas do país”, ainda que estejam maioritariamente concentrados em Lisboa, Porto e no Algarve. 
Uma grande parte da atividade imobiliária chega dos estrangeiros. “O turismo está a trazer os estrangeiros em Portugal, mas o país acaba por os fidelizar e, se num primeiro momento escolhem os hotéis, muitos acabam por comprar casa”. 
O mesmo está a acontecer na construção. Dados da Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas mostram que a atividade na reabilitação urbana avançou 10,1% no ano passado, enquanto a carteira de encomendas está estável. 
O setor ainda não está recuperado da forte crise de 2011, mas tem ganho um novo ânimo com a requalificação das cidades e o alojamento local. O imobiliário, acrescenta Luís Lima é o seu grande impulsionador. “Na construção, infelizmente, a atividade ainda não normalizou, mas tem tido alguma recuperação à conta do imobiliário”. O presidente da APEMIP assume, no entanto, que “o financiamento da construção não é prioritário para a banca” e que por isso começam a escassear imóveis. “Precisamos de mais ativos para que os preços nas grandes cidades possam baixar”. 

O boom do turismo ajudou a criar, só no ano passado, 11 mil novas empresas no alojamento e restauração, imobiliário e na construção, de acordo com um estudo da Informa D&B. É quase um terço das empresas constituídas em Portugal.

Os novos negócios foram empurrados pelo ritmo frenético que a indústria turística tem vivido e que culminou com mais um recorde de 19 milhões de hóspedes e 53 milhões de dormidas. “Tudo o que mexe com o turismo está a crescer”, reconhece Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP). “Tivemos dois anos muito positivos, com um crescimento conjunto de quase 50% e em janeiro deste ano criaram-se quase 300 novas empresas imobiliárias. Fevereiro vai pelo mesmo caminho”, garante. 

Os números não enganam: a atividade imobiliária fez nascer 3489 novos negócios (+29,6%), que se juntam aos 4455 novos negócios no alojamento e restauração (+3,2%) e às 2947 novas aberturas na construção (+1,6%). Ao todo, contaram-se 10 891 nascimentos relacionados com a receção de turistas, quase um terço das empresas nascidas em Portugal. 

Na verdade, o número de novas sociedades constituídas no ano passado caiu para 37 034, menos 2,4% do que em 2015. E só as atividades ligadas ao turismo, a par das indústrias extrativas (+10%), registaram maior dinamismo – em todas as outras, da agricultura à banca e seguros, passando pelos transportes e o comércio fecharam o ano com menos empresas. Mesmo assim, sinal de que a economia está finalmente a acordar, houve apenas 3256 insolvências (-23,1%) no ano passado e fecharam as portas 15 505 empresas, uma quebra de 6,8%. 

Luís Lima confirma o nascimento de “empresas de pequena dimensão, muitas familiares” e onde se contratam cada vez mais “profissionais qualificados para dar resposta a necessidades como a língua estrangeira, pelo menos o inglês”. Estes nascimentos “estão a chegar lentamente a outras zonas do país”, ainda que estejam maioritariamente concentrados em Lisboa, Porto e no Algarve. 

Uma grande parte da atividade imobiliária chega dos estrangeiros. “O turismo está a trazer os estrangeiros em Portugal, mas o país acaba por os fidelizar e, se num primeiro momento escolhem os hotéis, muitos acabam por comprar casa”. 

O mesmo está a acontecer na construção. Dados da Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas mostram que a atividade na reabilitação urbana avançou 10,1% no ano passado, enquanto a carteira de encomendas está estável. 

O setor ainda não está recuperado da forte crise de 2011, mas tem ganho um novo ânimo com a requalificação das cidades e o alojamento local. O imobiliário, acrescenta Luís Lima é o seu grande impulsionador. “Na construção, infelizmente, a atividade ainda não normalizou, mas tem tido alguma recuperação à conta do imobiliário”. O presidente da APEMIP assume, no entanto, que “o financiamento da construção não é prioritário para a banca” e que por isso começam a escassear imóveis. “Precisamos de mais ativos para que os preços nas grandes cidades possam baixar”. 



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