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Donativos APEMIP Solidária 2010
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Notícias


Portugal sobe para o 5º lugar dos melhores países para investir
Data: Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2017
Fonte: casayes.pt

Portugal subiu um lugar no ranking mundial dos melhores países para investir em imobiliário no início deste ano, passando agora a ocupar a 5ª posição. A liderar continua os Estados Unidos da América pelo sétimo mês consecutivo e a Espanha mantém firme o 2º posto. 

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Portugal sobe para o 5º lugar dos melhores países para investir
Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2017

Portugal subiu um lugar no ranking mundial dos melhores países para investir em imobiliário no início deste ano, passando agora a ocupar a 5ª posição. A liderar continua os Estados Unidos da América pelo sétimo mês consecutivo e a Espanha mantém firme o 2º posto. 

Portugal terminou o ano de 2016 no 6º lugar depois de já ter ocupado o 4º e mesmo o terceiro e entra em Janeiro de 2017 a subir uma posição. Segundo o TheMoveChannel, o principal site independente de imobiliário internacional, que avalia mensalmente o interesse a nível mundial dos investidores, a grande sensação deste mês foi a Grécia que subiu 18 lugares do ranking acabando por ultrapassar Portugal. Foi uma das maiores subidas deste mês, demonstrando que os investidores estão voltando a olhar para a Grécia. "Depois de um ano de incerteza política, de discutir a dívida nacional e um potencial 'Grexit' em 2017, o apelo de estilo de vida da Grécia não desapareceu. Na verdade, é mais acessível do que nunca, depois que os preços das casas caíram nos últimos oito anos consecutivos", explica Dan Johnson, director do TheMoveChannel.com.
A Itália foi outro dos países que subiu bastante no início do ano, escalando cinco lugares para ocupar a terceira posição. O Canadá também voltou a subir para ocupar o sétimo lugar, logo atrás dos Emirados Árabes Unidos (UAE). 
"A propriedade americana continua sendo uma das mais atraentes do mundo", acrescenta Johnson. "A economia do país, independente de sua situação política, é estável, com o Reserva Federal ainda em curso para aumentar novamente este ano as taxas de juros ", admite.

Portugal terminou o ano de 2016 no 6º lugar depois de já ter ocupado o 4º e mesmo o terceiro e entra em Janeiro de 2017 a subir uma posição. Segundo o TheMoveChannel, o principal site independente de imobiliário internacional, que avalia mensalmente o interesse a nível mundial dos investidores, a grande sensação deste mês foi a Grécia que subiu 18 lugares do ranking acabando por ultrapassar Portugal. Foi uma das maiores subidas deste mês, demonstrando que os investidores estão voltando a olhar para a Grécia. "Depois de um ano de incerteza política, de discutir a dívida nacional e um potencial 'Grexit' em 2017, o apelo de estilo de vida da Grécia não desapareceu. Na verdade, é mais acessível do que nunca, depois que os preços das casas caíram nos últimos oito anos consecutivos", explica Dan Johnson, director do TheMoveChannel.com.

A Itália foi outro dos países que subiu bastante no início do ano, escalando cinco lugares para ocupar a terceira posição. O Canadá também voltou a subir para ocupar o sétimo lugar, logo atrás dos Emirados Árabes Unidos (UAE). 

"A propriedade americana continua sendo uma das mais atraentes do mundo", acrescenta Johnson. "A economia do país, independente de sua situação política, é estável, com o Reserva Federal ainda em curso para aumentar novamente este ano as taxas de juros ", admite.


Aeroporto do Montijo com "forte impacto" mas sem especulação imobiliária - associação
Data: Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2017
Fonte: casayes.pt

A Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP) não teme a especulação sobre os preços dos imóveis devido à construção de um aeroporto no Montijo, apesar do impacto no imobiliário, no emprego e na atividade económica local.

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Aeroporto do Montijo com "forte impacto" mas sem especulação imobiliária - associação
Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2017

A Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP) não teme a especulação sobre os preços dos imóveis devido à construção de um aeroporto no Montijo, apesar do impacto no imobiliário, no emprego e na atividade económica local.

"Qualquer infraestrutura aeroportuária terá sempre impacto no setor imobiliário: é necessário construir novas instalações, é necessário que no ambiente que se gera à volta do aeroporto haja novas instalações, novos equipamentos e novas situações de habitação e de comércio", afirmou à Lusa o presidente da assembleia-geral da APEMIP, João Pessoa e Costa, acrescentando que os aeroportos são hoje "grandes centros comerciais".
Confrontado com a eventual especulação imobiliária no Montijo e arredores, como aconteceu com Alcochete aquando do anúncio da construção nesse concelho de um aeroporto de raiz -- o que acabou por nunca acontecer -, o responsável afastou preocupações: "Não temo. Penso que o mercado imobiliário está muito profissional. Há sempre momentos de algum pico [de preços], mas depois passam rapidamente", afirmou.
"Os clientes nacionais e os clientes estrangeiros apercebem-se de que a cidade de Lisboa oferece sobretudo estabilidade, segurança, e, portanto, em termos de preços também penso que é isso que vão acompanhar e não vão sair deste quadro", acrescentou.
A APEMIP não dispõe ainda de valores relativos à procura e à venda de imóveis no Montijo, na sequência do anúncio do Governo de que a base aérea n.º 6 é a solução que aparenta maior viabilidade para acolher um aeroporto civil.
João Pessoa e Costa explica que ainda "é prematuro" dispor desses números, lembrando que a decisão final quanto à localização do futuro aeroporto civil ainda não foi tomada, apesar de haver uma certeza.
"Sabe-se que o novo aeroporto se situará na Área Metropolitana da Lisboa e, portanto, o impacto que essa nova infraestrutura terá na atividade económica é sempre relevante e atendível", reiterou o presidente da assembleia-geral da APEMIP, constituída em 2004.
Alguns agentes imobiliários têm admitido à comunicação social um aumento de 10% no preço das casas.
João Pessoa e Costa espera que a nova infraestrutura venha a servir, principalmente, a cidade de Lisboa e o turismo.
"De facto, os números do crescimento do turismo são importantes. O efeito multiplicador que têm o turismo e o setor imobiliário sobre outras atividades é absolutamente relevante e tudo isso são aspetos que são de saudar por esta decisão", concluiu.
Na quarta-feira é assinado um memorando de entendimento entre o Governo e a ANA -- Aeroportos de Portugal para o aprofundamento de estudos acerca da construção de um aeroporto no Montijo, no distrito de Setúbal.
Na semana passada, o primeiro-ministro, António Costa, afirmou que o Governo acordou com a ANA a necessidade de aprofundar o estudo relativamente à solução que aparenta viabilidade, que é a do Montijo.
"Mas é uma viabilidade que está condicionada ainda a dados que só poderemos ter no final do ano, designadamente sobre o impacto de ser uma zona de migração de pássaros", frisou então António Costa.

"Qualquer infraestrutura aeroportuária terá sempre impacto no setor imobiliário: é necessário construir novas instalações, é necessário que no ambiente que se gera à volta do aeroporto haja novas instalações, novos equipamentos e novas situações de habitação e de comércio", afirmou à Lusa o presidente da assembleia-geral da APEMIP, João Pessoa e Costa, acrescentando que os aeroportos são hoje "grandes centros comerciais".

Confrontado com a eventual especulação imobiliária no Montijo e arredores, como aconteceu com Alcochete aquando do anúncio da construção nesse concelho de um aeroporto de raiz -- o que acabou por nunca acontecer -, o responsável afastou preocupações: "Não temo. Penso que o mercado imobiliário está muito profissional. Há sempre momentos de algum pico [de preços], mas depois passam rapidamente", afirmou.

"Os clientes nacionais e os clientes estrangeiros apercebem-se de que a cidade de Lisboa oferece sobretudo estabilidade, segurança, e, portanto, em termos de preços também penso que é isso que vão acompanhar e não vão sair deste quadro", acrescentou.

A APEMIP não dispõe ainda de valores relativos à procura e à venda de imóveis no Montijo, na sequência do anúncio do Governo de que a base aérea n.º 6 é a solução que aparenta maior viabilidade para acolher um aeroporto civil.

João Pessoa e Costa explica que ainda "é prematuro" dispor desses números, lembrando que a decisão final quanto à localização do futuro aeroporto civil ainda não foi tomada, apesar de haver uma certeza.

"Sabe-se que o novo aeroporto se situará na Área Metropolitana da Lisboa e, portanto, o impacto que essa nova infraestrutura terá na atividade económica é sempre relevante e atendível", reiterou o presidente da assembleia-geral da APEMIP, constituída em 2004.

Alguns agentes imobiliários têm admitido à comunicação social um aumento de 10% no preço das casas.

João Pessoa e Costa espera que a nova infraestrutura venha a servir, principalmente, a cidade de Lisboa e o turismo.

"De facto, os números do crescimento do turismo são importantes. O efeito multiplicador que têm o turismo e o setor imobiliário sobre outras atividades é absolutamente relevante e tudo isso são aspetos que são de saudar por esta decisão", concluiu.

Na quarta-feira é assinado um memorando de entendimento entre o Governo e a ANA -- Aeroportos de Portugal para o aprofundamento de estudos acerca da construção de um aeroporto no Montijo, no distrito de Setúbal.

Na semana passada, o primeiro-ministro, António Costa, afirmou que o Governo acordou com a ANA a necessidade de aprofundar o estudo relativamente à solução que aparenta viabilidade, que é a do Montijo.

"Mas é uma viabilidade que está condicionada ainda a dados que só poderemos ter no final do ano, designadamente sobre o impacto de ser uma zona de migração de pássaros", frisou então António Costa.


Vendas no mercado imobiliário cresceram 50% nos dois últimos anos
Data: Terça-feira, 31 de Janeiro de 2017
Fonte: casayes.pt

O mercado imobiliário em Portugal cresceu cerca de 50% nos últimos dois anos, apresentado uma dinâmica positiva em 2016 com um aumento entre 20% a 25% nas transações de alojamentos familiares.

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Vendas no mercado imobiliário cresceram 50% nos dois últimos anos
Terça-feira, 31 de Janeiro de 2017

O mercado imobiliário em Portugal cresceu cerca de 50% nos últimos dois anos, apresentado uma dinâmica positiva em 2016 com um aumento entre 20% a 25% nas transações de alojamentos familiares.

De acordo com as estimativas do gabinete de estudos da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), o crescimento de todas as transações imobiliárias no país (urbanas, rúticas e mistas) situou-se entre 20% e 25% em 2016.
A APEMIP estima que em 2017 o mercado imobiliário português assista a um crescimento na ordem dos 30%, salienta no comunicado.
Segundo o presidente da APEMIP, Luís Lima, estes números, "apesar de positivos, ficam aquém da expetativa" inicialmente avançada.
"A minha estimativa de crescimento para o ano de 2016 rondava os 30 a 35% o que não aconteceu devido a algumas situações que provocaram retração e desconfiança junto dos investidores", disse.
O dirigente refere-se ao anúncio da criação de um novo imposto sobre o património, o adicional ao IMI - Imposto Municipal sobre os Imóveis, e ao problema de credibilidade que se está a criar devido aos atrasos na concessão de vistos de residência, ao abrigo do programa de Autorização de Residência para Atividades de Investimento (Vistos Gold).
O atraso na concessão dos vistos de residência "está a espantar", nomeadamente os investidores chineses, que desconfiam da transparência e segurança deste mecanismo, referiu Luís Lima.
"Se não fossem estes dois casos, creio que o crescimento teria sido ainda maior", disse.
O representante das imobiliárias acredita que 2017 reúne todas as condições para ser um ano melhor que 2016.
"A retoma do sector imobiliário está mais do que estabelecida e é um mercado com enorme potencial de valorização e de descentralização do investimento nacional e estrangeiro para outras regiões do país, continuando a haver uma aposta na reabilitação urbana para recolocação destes imóveis no mercado, através do arrendamento urbano ou do alojamento local", salientou.
No entanto, "é necessário que este mercado possa funcionar normalmente, sem sobressaltos que possam ser introduzidos por eventuais medidas que afetem a credibilidade que o mercado imobiliário deve ter", advertiu.

De acordo com as estimativas do gabinete de estudos da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), o crescimento de todas as transações imobiliárias no país (urbanas, rúticas e mistas) situou-se entre 20% e 25% em 2016.

A APEMIP estima que em 2017 o mercado imobiliário português assista a um crescimento na ordem dos 30%, salienta no comunicado.

Segundo o presidente da APEMIP, Luís Lima, estes números, "apesar de positivos, ficam aquém da expetativa" inicialmente avançada.

"A minha estimativa de crescimento para o ano de 2016 rondava os 30 a 35% o que não aconteceu devido a algumas situações que provocaram retração e desconfiança junto dos investidores", disse.

O dirigente refere-se ao anúncio da criação de um novo imposto sobre o património, o adicional ao IMI - Imposto Municipal sobre os Imóveis, e ao problema de credibilidade que se está a criar devido aos atrasos na concessão de vistos de residência, ao abrigo do programa de Autorização de Residência para Atividades de Investimento (Vistos Gold).

O atraso na concessão dos vistos de residência "está a espantar", nomeadamente os investidores chineses, que desconfiam da transparência e segurança deste mecanismo, referiu Luís Lima.

"Se não fossem estes dois casos, creio que o crescimento teria sido ainda maior", disse.

O representante das imobiliárias acredita que 2017 reúne todas as condições para ser um ano melhor que 2016.

"A retoma do sector imobiliário está mais do que estabelecida e é um mercado com enorme potencial de valorização e de descentralização do investimento nacional e estrangeiro para outras regiões do país, continuando a haver uma aposta na reabilitação urbana para recolocação destes imóveis no mercado, através do arrendamento urbano ou do alojamento local", salientou.

No entanto, "é necessário que este mercado possa funcionar normalmente, sem sobressaltos que possam ser introduzidos por eventuais medidas que afetem a credibilidade que o mercado imobiliário deve ter", advertiu.



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